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sábado, 31 de janeiro de 2015

O céu e o inferno da educação

Crítico dos testes, o chinês Yong Zhao explica por que o gigante asiático tem o melhor e o pior sistema do mundo

Inédito no Brasil, o livro Who’s Afraid of the Big Bad Dragon (Quem Tem Medo do Grande e Malvado Dragão) tem um subtítulo intrigante: “Por que a China tem o melhor e o pior sistema educacional do mundo”. Ao longo de 272 páginas, o autor Yong Zhao dedica-se a explicar esse paradoxo e a desconstruir a ideia de que o modelo chinês de educação – centralizador, baseado na ênfase em testes padronizados, altamente competitivo e sempre no topo do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) – é um exemplo a ser seguido pelos demais países.

# Enquanto isso no Brasil...


sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Porque é dificil melhorar a educação no Brasil?

34% dos brasileiros, segundo pesquisa do IBOPE de 2010, consideravam a educação pública brasileira ótima ou boa, e 44% regular, sobrando 21% que que achavam que era péssima. Enquanto isto, os dados do PISA, a pesquisa international da OECD sobre a qualidade da educação, mostravam que, dos 47% dos jovens de 15 anos que conseguiam chegar ao fim da escola fundamental ou início da média, 67% não tinham os conhecimentos mínimos de matemática esperados para a série, 18.8% não tinham a capacidade mínima de leitura, e 54% não dominavam os conceitos básicos de ciência. Os outros 53% tinham ficado para trás, ou desistido de estudar. Aos 18 anos, em 2012, somente 29% dos jovens haviam conseguido chegar ao ultimo ano do ensino médio ou haviam entrado no ensino superior, e metade já havia deixado de estudar. Quem olha os dados vê a tragédia que está ocorrendo, mas a maioria da população, talvez por ter conhecido dias piores, não enxerga o problema.

# Enquanto isso no Brasil...


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

# Enquanto isso no Brasil...


Manga: encontro com a modernidade (10) – RUA DO CASCAVEL

Rua do Cascavel (Tv. 24 de Outubro). 
Ao fundo o primeiro mercado público 
de Manga. A direita, a casa do primeiro 
prefeito do município, 
Anfrísio Lima (atualmente é sede do 
cartório eleitoral).
A Rua do Cascavel, ainda pouco conhecida pelo seu nome oficial: Travessa 24 de Outubro, foi a primeira e única rua operária de Manga. Além de abrigar funcionários da CMIE, sinônimo de status social em uma sociedade ainda baseada, sobremaneira, em modos de vida tradicional, a Rua do Cascavel foi palco de inúmeros e inusitados eventos envolvendo seus moradores. A “brabeza” reinante deu origem à denominação que a fez reconhecida pelos moradores de ontem e de hoje.

Leia um trecho do livro: Manga – encontro com a modernidade

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

# Enquanto isso no Brasil...


Manga: encontro com a modernidade (9) – TRADIÇÃO E MODERNIDADE

Com a Companhia Manga surgiu a 
primeira classe operária do município.
Na primeira metade do século XX, a população de Manga experimentou as fronteiras entre o local, o tradicional e o moderno. No livro Manga – encontro com a modernidade foi possível refletir sobre a importância da história, refletida nos modos de vida tradicionais, e, de algum modo, a inevitabilidade da modernidade, modo de vida típico do mundo ocidental. O trabalho forma, sobretudo promovido pela CMIE, é um bom exemplo deste “jogo” entre o comunitário e as expectativas do amanhã.

Leia um trecho do livro: Manga – encontro com a modernidade

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

# Enquanto isso no Brasil...


Manga: encontro com a modernidade (8) – PESSOAS DE PRIMEIRA E PESSOAS DE SEGUNDA

As relações sociais em Manga 
passaram, na primeira metade do século XX, a 
serem caracterizadas por uma hierarquia
 que excedia os aspectos políticos e econômicos
Uma das discussões privilegiadas no livro Manga – encontro com a modernidade foi os modos de vida dos moradores de Manga. As relações sociais, pautadas pelas heranças familiares e comunitárias, dando o tom da tradição, foram rivalizadas com o domínio imposto pelos coronéis Bembém e João Pereira e o seu restrito grupo social. Surgiu, a partir daí, os grupos: pessoas de primeira e pessoas de segunda.

Leia um trecho do livro: Manga – encontro com a modernidade

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Enfrentará mais problemas do que atualmente
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